12 de Outubro, Quarta, 18h30, Sala 2, Culturgest
Nuno Morão field recordings, teclados, percussão e sopros, laptop e controladores, projecção vídeo
Som Alvo é uma estória auditiva e visual dos últimos anos, na perspectiva pessoal e subjectiva do autor. Recorre a gravações-de-campo (e de-cidade), posteriormente triadas e editadas e, nesta ocasião, com a companhia de instrumentos e de manipulação em tempo real, procede à construção sonora de um rol de paisagens e ambientes. Os ouvintes e observadores (projecção de imagens fixas e em movimento) serão convidados à imersão e ao confronto de realidades acústicas dissimilares, ou à surpresa de emparelhamentos improváveis. Vales amplos, montanhas íngremes, cidades conturbadas, micro-sons velados. Luz branca.
Nuno Morão estuda composição, órgão de tubos, piano, bateria, percussão variada e uma panóplia de instrumentos de plástico. Pratica a improvisação. Trabalha como músico, compositor e sonoplasta (música original e desenhos de som para teatro, dança, performance, instalação, cinema, web, audiolivros e novos media), e também como operador, director, montador e misturador de som (desenho, captação, edição, montagem e mistura de som para cinema documental e de ficção). Em 1983, iniciou os estudos musicais. Foi aluno no IGL, FLUL, UA, ESML e UE. Em 1997, co-fundou o Teatro NãO. Em 2004, iniciou o projecto UR (com André Sier). Director técnico do Escrita na Paisagem (2004 a 2007). Colaborador do PARQUE (Ricardo Jacinto). Membro do Ensemble JER desde 12 de Setembro de 2001. Actua em vários projectos de música espontânea, improvisada e jazz. Passeia, recolhe e fotografa.
Culturgest -Edifício Sede da Caixa Geral de Depósitos
Rua Arco do Cego, LisboaBilheteira: +351 21 790 51 55

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